segunda-feira, 16 de maio de 2011

ELEMENTAIS


RESPEITAR A NATUREZA É A MELHOR FORMA DE CULTUARMOS OS ELEMENTAIS






            
Terra-Gnomos








Os elementais que vivem no corpo atenuado da Terra que se denomina éter terrestre agrupam-se sob a denominação geral de Gnomos. Assim como existem muitos tipos de seres humanos evoluindo através dos elementos físicos objetivos da natureza, também há muitos tipos de gnomos desenvolvendo- se através do corpo etérico da natureza.
Os Gnomos são chamados espíritos das árvores, os "homenzinhos velhos da floresta". Eles constroem casas com substâncias que se parecem com o alabastro, o mármore e o cimento, mas a verdadeira natureza desses materiais é desconhecida no plano físico. Afirma- se que cada arbusto, cada planta, cada flor tem o seu espírito da natureza, que freqüentemente usa o corpo físico da planta como sua habitação.
Quando uma planta é cortada e morre, seu elemental morre junto com ela, mas enquanto existir o menor traço de vida nesta planta, ela mostrará a presença do elemental guardião. Os Gnomos sempre se colocaram à disposição dos homens, desde que este nunca usasse seus poderes de maneira egoísta para adquirir o poder temporal. Uma atitude desta, faz com que estes elementais se voltem com toda sua fúria àquele que os decepciona.
Os Gnomos são governados por um rei, pelo qual têm um grande amor e referência. Seu nome é Gob; daí seus súditos serem frequentemente chamados gobelinos. Os Gnomos casam-se e têm famílias, e as mulheres gnomos são denominadas gnomidas. Alguns usam roupas tecidas do elemento em que vivem. Em outros casos a sua vestimenta é parte deles mesmos e cresce com eles como o pêlo dos animais. Afirma-se que eles sejam muito gulosos e que gastam uma grande parte do tempo comendo; mas ganham o seu alimento através de um trabalho diligente e consciencioso.
Muitos são de temperamento meio avarentos e gostam de acumular coisas escondidas longe, em plantas secretas. Existem provas abundantes de que as crianças pequenas freqüentemente veêm gnomos, na medida em que seu contato com o lado material ainda não está completo e que elas funcionam, mais ou menos conscientemente, nos mundos invisíveis.
Com os pés descalços, pisando na terra e ao final da tarde, faça sua Invocação aos gnomos: "Eu vos saúdo, Gnomos, que constituís a representação do Elemento Terra. Vós que constituís a base e fortaleza da Terra, ajudai-me a transformar, a construir todas as estruturas materiais, assim como uma raiz fortifica a árvore frondosa Gnomos, possuidores dos segredos ocultos, fazei-me perfeito e nobre, digno do vosso auxílio.
Mestres da Terra, eu vos saúdo fraternalmente. Amém". Com esta Invocação pode-se obter ajuda na aquisição de riquezas e bens materiais, sempre que solicitadas em primeiro lugar para o mundo, para as pessoas que necessitam, para os mais próximos e não somente para você. 




Água-Ondinas








Assim como os gnomos estão limitados em sua função aos elementos da terra, as Ondinas, os elementais da água, funcionam na essência invisível e espiritual chamada éter úmido.
A beleza parece ser uma característica comum dos espíritos da água. Onde quer que as encontremos representadas na arte e na escultura, são sempre cheias de graça e simetria. Controlando o elemento água - que sempre foi um símbolo feminino - é natural que os espíritos da água sejam com mais freqüência simbolizados como fêmeas.
Existem muitos grupos de Ondinas. Algumas habitam cataratas, onde podem ser vistas entre os vapores; outras têm o seu habitat nos pântanos, charcos e brejos, entretanto outras, ainda, vivem em claros lagos de montanha. Em geral quase todas as ondinas
As Ondinas servem e amam sua rainha, Necksa. Elas são antes de tudo seres emocionais, amigáveis para com a vida humana e que gostam de servir à humanidade. Às vezes são representadas cavalgando golfinhos marinhos e outros peixes grandes, e parecem ter um amor especial pelas flores e plantas, às quais servem de maneira tão devotada e inteligente quanto os gnomos.
Os antigos poetas diziam que as canções das ondinas eram ouvidas no vento oeste e que sua vidas eram consagradas ao embelezamento da Terra material.Esta Invocação deverá ser feita, com os pés descalços, em direção ao Norte e próximo de água corrente ou com uma vasilha de água fresca e cristalina:
“Eu vos saúdo, Ondinas, Que constituís a representação do elemento Água; Conservai a pureza da minha alma, como o o Elemento mais precioso, da minha vida e do meu organismo. Fazei-me pleno de sua criação fecunda, e dai-me sempre intuição de forma nobre e correta. Mestres da Água, eu vos saúdo fraternalmente. Amém.” Com esta Invocação, pode-se obter amor, intuição, sensibilidade e tudo aquilo que a água pode nos dar.





Fogo -Salamandras







O terceiro grupo de elementais são as Salamandras, ou espíritos do fogo, que vivem no éter atenuado e espiritual que é o invisível elemento do fogo. Sem elas, o fogo material não pode existir; um fósforo não pode ser aceso e nem a pólvora produzirá suas chispas.
O homem é incapaz de se comunicar adequadamente com as Salamandras, pois elas reduzem a cinzas tudo aquilo que se aproximem. Muitos místicos antigos, preparavam incensos especiais de ervas e perfumes, para que quando queimados, pudessem provocar um vapor especial e assim formar em seus rolos a figura de uma Salamandra, podendo assim sentirem sua presença.
Afirma-se que muitas Salamandras são vistas na forma de bolas ou línguas de fogo correndo através dos campos ou irrompendo nas casas. Para muitos aqui no Brasil, costuma- se chamar estas aparições de "fogo-santelmo". Mas, a maioria dos místicos, afirmam que as Salamandras são seres gigantes, imponentes e flamejantes em roupas fluidas, com uma armadura de fogo.
Elas são as mais poderosas dos elementais e têm como seu regente um magnífico espírito flamejante chamado Djim, terrível e aterrorizante na sua aparência. Os antigos sábios sempre foram advertidos para manter-se a distância delas, pois os benefícios derivados do seu estudo freqüentemente não eram proporcionais ao preço que se pagava por eles. Elas possuem especial influência sobre as criaturas de temperamento ígneo e tempestuoso.
Tanto nos animais como no homem, as Salamandras trabalham através da natureza emocional por meio do calor corpóreo, do fígado e da corrente sangüínea. Sem sua assistência, não haveria calor. A Invocação deverá ser feita nas primeiras luzes do Sol ou com a chama de uma Vela, pois o Elemento Fogo deve estar presente.
“Eu vos saúdo, Salamandras, que constituís a representação do elemento Fogo, peço, que com vosso trabalho, fornecei a mim poder para resolver tudo, de acordo com a vontade divina, alimentando meu fogo interno, Aumentando minha chama trina do coração. E assim formar um novo universo. Mestres do Fogo, eu vos saúdo fraternalmente. Amém” Pode-se obter, com esta Invocação, mais força de vontade, coragem, vigor, entusiasmo e bons empreendimentos. Atua no trabalho e na espiritualidade.




Ar-Silfos



No último discurso de Sócrates, tal como foi preservado no Fédon de Platão, o filósofo condenado à morte diz: ".....acimada Terra, existem seres vivendo em torno do ar tal como nós vivemos em torno do mar, alguns em ilhas que o ar forma junto ao continente; e numa palavra, o ar é usado por eles tal como a água e o mar o são por nós, e o éter é para eles o que o ar é para nós.
Mais ainda, o temperamento das suas estações é tal, que eles não tem doenças e vivem muito mais tempo do que nós, e têm visão e audição e todos os outros sentidos muito mais agudos que os nossos, no mesmo sentido que o ar é mais puro que a água e o éter do que o ar.
Eles também têm seus templos e lugares sagrados em que os deuses realmente vivem, e eles escutam suas vozes e recebem suas respostas; são conscientes da sua presença e mantêm conversação com eles, e vêem o Sol, a Lua e as estrelas tal como realmente são.
E todas suas bem- aventuranças são desse gênero". Eles são os mais altos de todos os elementais, já que seu elemento nativo é o de mais alta taxa vibratória. Vivem centenas de anos, frequentemente atingem um milênio de idade e nunca parecem envelhecer. O líder dos silfos é chamado Paralda e afirma-se que vive na mais alta montanha da Terra.
Alguns acreditam que os Silfos se reúnem em torno da mente de um sonhador, dos artistas, dos poetas,e os inspiram com seu conhecimento íntimo das maravilhas e obras da natureza. Seu temperamento é alegre, mutável e excêntrico.
A eles atribuem a tarefa de modelar os flocos de neves e arrebanhar as nuvens, tarefa esta que desempenham com a ajuda das Ondinas, que lhes fornecem a umidade. Esta Invocação deverá ser feita às primeiras horas da manhã e de preferência, caminhando, com os pés descalços, em lugar tranqüilo, portando um Incenso do aroma que você preferir ou de seu anjo da Guarda.
“Eu vos saúdo, Silfos, que constituís a representação do ar e dos ventos, portadores das mensagens para toda a terra, eu deposito em vós a minha imensa confiança, pois meus pensamentos, são sempre positivos, voltados para o amor de todas as coisas existentes. fazei de mim a imagem do esplendor da Luz. Fazei deste pensamento, meu milagre! Mestres do Ar, eu vos saúdo, fraternalmente. Amém”
Com esta Invocação, pode-se obter a condução de pensamentos positivos, para uma determinada pessoa, para resoluções de negócios ou para uma situação preocupante.


Manifestação
Os elementais não têm conhecimento do bem ou do mal, cumprem suas funções e obedecem ordens. Não são conselheiros pois não são essas suas tarefas. Ajudam dando informações dos próprios elementos, por ex: "Esta planta está morrendo", "Este cristal está sujo", "O ar está poluido", "O mar está perigoso", etc.
Os elementais normalmente se apresentam aqueles que possuem uma maior sensibilidade para poder vê-los, na forma em que imaginamos que eles sejam.
Por exemplo: As maiores informações que recebemos sobre os gnomos, é que eles são aqueles homenzinhos medievais. Assim sendo, um gnomo vai ler a nossa mente, receber a imagem que produzimos a respeito dele e assim ele irá se apresentar a nós. E assim, acabamos nos esquecendo que em cada região, os elementais irão se apresentar de forma diferente.
Na Europa, temos as sereias como mulheres de pele clara, cabelos loiros e olhos azuis, porque lá as pessoas tem essa imagem como a de uma sereia (ou Ondina). E a nossa Iara? Ela também é uma Ondina. No entanto tem a aparência de uma índia, porque quem á via tinha essa concepção do que seria uma sereia.
As pessoas do interior não vêem o tal homenzinho medieval(gnomo), e sim o saci-pererê, porque nunca tiveram acesso a livros que falam deste tipo de gnomos que se apresentam nas formas de homens medievais. O importante de tudo isso, é sabermos preservá-los perto de nós.


São criaturinhas maravilhosas, que podem nos ajudar a todo momento, desde que sejamos honestos e sensíveis. Adoram presentes e serem tratados com muito carinho, e principalmente não toleram que poluímos a natureza com químicas, poluentes e outros agentes refratários à ordem natural.





segunda-feira, 9 de maio de 2011

UNIVERSO FEMININO

DEUSA ÍSIS









Ísis (em egípcio: Auset) foi uma deusa da mitologia egípcia, cuja adoração se estendeu por todas as partes do mundo greco-romano. Foi cultuada como modelo da mãe e da esposa ideais, protetora da natureza e da magia. Era a amiga dos escravos, pescadores, artesãos, oprimidos, assim como a que escutava as preces dos opulentos, das donzelas, aristocratas e governantes.Ísis é a deusa da maternidade e da fertilidade.






Os primeiros registros escritos acerca de sua adoração surgem pouco depois de 2500 a.C., durante a V dinastia egípcia. A deusa Ísis, mãe de Horus, foi a primeira filha de Geb, o deus da Terra, e de Nut, a deusa do Firmamento, e nasceu no quarto dia intercalar. Durante algum tempo Ísis e Hator ostentaram a mesma cobertura para a cabeça. Em mitos posteriores sobre Ísis, ela teve um irmão,Osíris, que veio a tornar-se seu marido, tendo se afirmado que ela havia concebido Horus. Ísis contribuiu para a ressurreição de Osiris quando ele foi assassinado por Seth. As suas habilidades mágicas devolveram a vida a Osíris após ela ter reunido as diferentes partes do corpo dele que tinham sido despedaçadas e espalhadas sobre a Terra por Seth,este mito veio a tornar-se muito importante nas crenças religiosas egípcias.


Isis também foi conhecida como a deusa da simplicidade, protetora dos mortos e deusa das crianças de quem "todos os começos" surgiram, e foi a Senhora dos eventos mágicos e da natureza. Em mitos posteriores, os antigos egípcios acreditaram que as cheias anuais do rio Nilo ocorriam por causa das suas lágrimas de tristeza pela morte de seu marido, Osíris. Esse evento, da morte de Osíris e seu renascimento, foi revivido anualmente em rituais. Consequentemente, a adoração a Ísis estendeu-se a todas as partes do mundo greco-romano, perdurando até à supressão do paganismo na Era Cristã.





                                              


MARIA MADALENA






Maria Madalena é descrita no Novo Testamento como uma das discípulas mais dedicadas de Jesus Cristo. É considerada santa pelas igrejas Católica, Ortodoxa e Anglicana, sendo celebrada no dia 22 de julho. É também comemorada pela Igreja Luterana com festividades no mesmo dia. A Igreja Ortodoxa também a celebra no segundo domingo após a Páscoa. O nome de Maria Madalena a descreve como sendo natural de Magdala, cidade localizada na costa ocidental do Mar da Galiléia.


São Gregório Magno comenta que Santa Maria Madalena amava tanto ao Senhor que não se afastava do sepulcro, chorando, sentia saudade daquela que julgava ter sido roubado. Por isso, somente ela o viu, porque somente ela perseverara. Ele a compara a Davi, quando no Salmo diz: Minha alma tem sede de Deus e deseja o Deus vivo (Sl 41,3). Ao reconhecer Jesus, imediatamente o coloca acima, chamando-o Mestre. O termo empregado por ela, "Rabuni", é mais solene que o habitual "Rabi", e é usado principalmente quando se refere a Deus, da mesma maneira que o faz, por exemplo, São Tomé.


Tornou-se muito célebre, com a divulgação do livro de Dan Brown, o argumento de que na tela A Última Ceia, de Leonardo da Vinci, a personagem que está à sua direita, com traços femininos, seja Maria Madalena e não o apóstolo João, como outros defendem. O facto de Jesus não envergar nenhum cálice - o Graal - poderá levar a interpretações que muitos fanáticos cristãos consideram "flagrantemente abusivas" do ponto de vista histórico e religioso, como acreditar que Maria Madalena é, de facto, o "cálice sagrado" onde repousa o "sangue de Cristo" ou seja, que ela estaria grávida de Jesus Cristo.


Praticamente todos os teólogos cristãos consideram inaceitável a história narrada no romance de Dan Brown. Argumentam que Leonardo da Vinci se inspirou no Evangelho de João (no texto João 21:20) em que se fala do discípulo amado - que seria o próprio apóstolo João - e não propriamente nas passagens referentes à instituição da Última Ceia.

Outros estudiosos consideram a teoria válida, afirmando uma vez que a própria existência de Jesus Cristo não está comprovada até hoje, e que qualquer hipótese relativa a tão obscuras e confusas tradições e escritos pode ser levada em consideração para análises à luz indispensável da Ciência. Mas a história filosófica escreve sobre Jesus, como é o caso de Flávio Josefo e Públio Cornélio Tácito; o primeiro um historidor judeu e o último um bibliotecário romano que escreveu a biografia de Nero César.


Madalena, o Mito


A face feminina de Deus, como o foi Ísis e Eurídice, a representação da Sofia grega, que Pitágoras e Parmênides encaravam como a uma deusa é representada por Maria Madalena e o seu histórico banimento. Não basta aceitar e declarar a união espiritual da Madalena e de Jesus, para Margareth Starbird, é necessário reconhecer o papel arquetípico da sua união, uma união sagrada, que também ocorreu no plano físico.





Trechos do Evangelho de Maria Madalena


"O apego à matéria gera uma paixão contra a natureza. É então que nasce a perturbação em todo o corpo; é por isso que eu vos digo: Estejais em harmonia… Se sois desregrados, inspirai-vos em representações de vossa verdadeira natureza. Que aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça. Após ter dito aquilo, o Bem-aventurado saudou-os a todos dizendo: Paz a vós – que minha Paz seja gerada e se complete em vós! Velai para que ninguém vos engane dizendo: Ei-lo aqui. Ei-lo lá. Porque é em vosso interior que está o Filho do Homem; ide a Ele: aqueles que o procuram o encontram. Em marcha! Anunciai o Evangelho do Reino."

"Pedro disse: "O Salvador realmente falou com uma mulher sem nosso conhecimento? Devemos nos voltar e escutar essa mulher? Ele a preferiu a nós?". E Levi respondeu: "Pedro, você sempre foi precipitado. Agora te vejo lutando contra a mulher como a um adversário. Se o Salvador a tornou digna, quem és tu para rejeitá-la? Certamente o Salvador a conhece muito bem. Foi por isso a amou mais que ama a nós"."


















domingo, 8 de maio de 2011

A DANÇA CIGANA







"A  DANÇA E UM ENVOLVIMENTO COM A ALMA"
(BRENDA KAREEMHL)


A Dança Cigana não só faz bem ao corpo, mas também à alma... Formada por vários ritmos diferentes, cada qual com seu significado, em um composto de leveza, alegria e sentimentos...Melhor forma de expressão da cultura e magia desse povo, a Dança Cigana nos desperta para a vida!Cada movimento da dança retrata a história dos ciganos e possui sempre um significado místico e espiritual. Seus movimentos podem expressar sensualidade, amor, raiva, alegria, ou tristeza com a graça de uma dança bonita, atrativa e muito exótica. Desenvolve no dançarino(a) a coordenação motora, traz flexibilidade e proporciona o alongamento, como também o fortalecimento de cadeias musculares. Também evita o stress, aumenta a autoestima e a sensualidade. A Dança Cigana é sensual e alegre, nunca vulgar, as mulheres  ciganas aprendems através da dança cigana dominar todos os elementos da natureza e a fazer uso dos mesmos dentro do dia a dia. Há vários artefatos ciganos como o véu que representa a leveza do espírito do vento, a castanhola a terra fértil como o ventre de uma mulher, o punhal a força, a luta, é o símbolo masculino, o leque mistério, sedução, quando uma cigana dança com o leque ela afasta de seu corpo e de sua alma todos os elementos negativos que possa atrapalhar seu caminho. O xale remete a ancestralidade da cigana, é abrigo, afago e proteção, a cigana com xale é sinal de respeito às avós anciãs. A cigana quando baila com uma rosa em uma das mãos reverencia o amor e a espiritualidade de seu povo, os colares pulseiras, lenços coloridos entre outros enfeites mostram o nível que essa cigana alcançou dentro de seu clã. O turbante ou lenço mostra um compromisso civil como também o binje em sua testa. A saia é o traje principal de uma cigana assim como os corpetes ou vestidos, a saia é a essência de uma cigana e as cores revelam sua personalidade. A dança cigana não tem ligações religiosas, é uma dança que reverencia a beleza da mulher podendo toda pessoa de qualquer credo e idade participar, ciganas sejam elas de sangue ou de alma não são preconceituosas, são livres por natureza e respeitam todas as linhas e formas de expressões. Nessa dança abarcamos todas as culturas e sons do mundo. A dança cigana trabalha todo o corpo através de seus sublimes e alegres movimentos, sendo uma rica aliada a nossa saúde corporal, mental e psíquica, trazendo equilíbrio, vigor, leveza fortalecendo desta maneira a auto-estima e realçando a feminilidade.  
                               

DANÇA COM PUNHAL

A dança com punhal representa a morte, a transformação e o sexo. O desafio para a bailarina nesta dança não é a demonstração de técnica, mas sim a de sentimentos.


SIMBOLOGIA DO PUNHAL



O punhal representa o antigo e místico elemento ar, símbolo da força da vida, Para os ciganos o punhal é um simbolo que purifica as energias, e é usado na magia para traçar círculos, exorcizar o mal e as forças negativas, guardar e direcionar a energia durante os rituais.




ORIGEM DA DANÇA

Quase nada se sabe sobre a origem da dança com punhal, uma hipótese é a de que a dança nasceu no Egito, e era uma reverência à deusa Selkis, a rainha dos escorpiões, que tomava justamente a forma de um desses animais e, apesar da periculosidade do escorpião, era uma divindade protetora e curadora que defendia contra a picada de animais peçonhentos, e protegia o trono real.


Outra hipótese é a de que teria sido introduzida na dança pelos ciganos, as gawazees (tribo cigana) utilizavam o punhal como arma de defesa e na execução da dança, elas o usavam para transmitirem mensagens umas para as outras.


Dizem que essa dança também era praticada nos bordéis da Turquia, quando as européias eram escravizadas e levadas aos bordéis (1600-1700); época em que os Mouros raptavam as mulheres a mando do Sultão da Turquia.

Outra idéia é a de que era uma dança realizada para demonstrar status, realizada pela odalisca predileta do sultão para mostrar seu poder às outras mulheres do Harém, provando que ele tinha total confiança nela.


Ela foi vista pela primeira vez sendo executada pela bailarina norte-americana Jamila. Não é considerada folclórica.



A DANÇA

Geralmente a bailarina entra com o punhal escondido na roupa e no meio da dança o retira dançando com ele. Movimenta, manuseia e segura o punhal de diferentes maneiras durante a dança, realizando-se desenhos no ar, sempre tentando dar uma interpretação introspectiva de mistério, de luta, batalha e proteção.


Não há um traje especifico, as cores utilizadas no figurino são preto, roxo, ou azul.


O PRETO: representa justiça, sabedoria e o retorno à terra. No Egito, é símbolo de fecundidade, fertilidade da terra e introspecção. Ele absorve e transmuta as energias negativas, transformando-as em positivas.


O ROXO: é energia transmutadora, que nos conecta aos planos espirituais. Essa é a cor da realeza e, em sua forma mais sublime, vibra com a força da integração e da unidade. Quando sua qualidade intrínseca estiver coligada pela energia psíquica com a visão e intuição, essa cor será o agente do próprio destino.


O AZUL: assinala a entrada nos domínios mais profundos do espírito e uma das suas qualidades mais sutis é a aspiração. Por sua quietude e confiança, promove a devoção e a fé. È uma cor popular associada ao dever, à beleza e à habilidade.


Não se dança geralmente ao som de músicas muito animadas ou alegres, como solos de derbak ou músicas folclóricas. Usa-se músicas que tenham um certo ar de mistério para combinar com a mesma. Além disso, não há um ritmo definido para esta dança. Devido ao punhal ser um objeto que representa combate ou defesa, a dança pode acompanhar tal sentimento, ou seja, de alguém se defendendo, numa dança forte, carregada de sentimentos e bem expressiva.



Significado de alguns movimentos com o punhal:



- Punhal com a ponta para fora da mão: a bailarina está livre.

- Punhal com a ponta para dentro da mão: está escravizada, ou comprometida.

- Punhal no peito: demonstração de amor

- Punhal no meio dos seios com a ponta enfiada

no decote: sexo, paixão
- Punhal na testa com a ponta para baixo: magia
- Punhal na horizontal da testa: assassino
- Punhal nos dentes: desafio, destreza
-Punhal com a ponta no quadril: força feminina
- Equilibrar o punhal no ventre: destreza
- Passar o punhal pelo corpo: sedução
- Bater o punhal na bainha: chamado para o combate
- Equilibrar o punhal sobre a testa: domínio
- Desenhar círculos no ar com o punhal: limpeza energética astral
- Passar a lâmina rente ao próprio pescoço: ameaça de morte.
- Punhal entre as mãos, sinuoso: Homenagem a alguém da platéia







 Dança dos 7 véus





Ao longo da execução da Dança dos Sete Véus, retiram-se sucessivamente, com graça e mistério, os sete véus, cujas cores se relacionam ao arco-íris.



ORIGEM DA DANÇA:

A Dança dos Sete Véus possui várias origens, a mais remota conta que inicialmente era dançada com 49 véus, passando mais tarde a ser realizada com apenas 7 véus, e era realizada em homenagem à Deusa Babilônica Ishtar ou Astarte, deusa do amor e da fertilidade. Segundo os babilônios, Tamuz, seu amado teria perdido a vida e foi levado para o reino dos mortos, e Ishtar, por amor, resolveu ir também para o reino dos mortos a fim de resgatá-lo. Determinada, Ishtar atravessou os 7 portais do mundo dos mortos, passando pelas 7 camêras que haviam dentro de cada portal e lutando com os 49 demônios guardiões dos portais, Ishtar derrotou e dominou todos os demônios, deixando cair um de seus pertences durante as lutas em cada portal: um véu ou uma jóia (cada um deles representando um de seus sete atributos: beleza, amor, saúde, fertilidade, poder, magia e o domínio sobre as estações do ano) Chegando assim, completamente nua ao final do último portal.

O véu representaria o que ocultamos dos outros e de nós mesmos. Ao deixar os véus Ishtar revela sua verdadeira essência e consegue unir-se a Tamuz, se tornando senhora do mundo dos mortos, e guardiã das chaves dos portais, que eram abertos somente para os iniciados.


No Egito, as sacerdotisas em seus templos, ofereciam a dança dos sete véus para a Deusa Isis, que dentro dela existe, e lhe dá beleza e força, representava um ritual de experiências sucessivas de auto-conhecimento até a ascensão espiritual, e era realizada em homenagem aos mortos. As sacerdotisas retiravam não só os véus, mas todos os adereços sobre o seu corpo, para simbolizar a sua entrada no mundo dos mortos sem apego a bens materiais. Os sete véus aludiam aos mistérios da deusa Isis.


Na Grécia a dança dos sete véus era realizada nos cultos da deusa grega Afrodite, a deusa do amor.

Com o tempo, a dança passou a ser realizada por bailarinas, que limitavam-se a retirar os véus, perdendo assim seu carater espiritual, e ganhando uma conotação erótica, que permaneceu por muitos anos, até a redescoberta de sua verdadeira origem e significado.

SIMBOLOGIA DOS 7 VÉUS:
Hijab: assim é a palavra “véu” em árabe, e significa “o que separa duas coisas”. O véu é a barreira que separa o conhecido do desconhecido, o mundo material do imaterial, não é apenas um enfeite, um acessório a mais, o véu mostra existir algo muito precioso que está escondido.

A retirada do véu sugere a revelação gradual da Luz, o véu "desvenda" a sabedoria e a verdadeira essência do universo. A retirada e o cair do véu significa o "cair da venda", o abrir dos olhos, o auto-conhecimento que desperta a consciência e nos leva á ascensão espiritual.

O número Sete simboliza a combinação do Três (Céu) com o Quatro (Terra): o 3, representado por um triângulo, é o Espírito; o 4, representado por um quadrado, é a Matéria. O Sete simboliza a totalidade dos mundos.

Os sete véus simbolizão as sete cores do arco-íris, os sete planetas conhecidos na época da civilização egipcia antiga (que estão representados na dança como possuidores de qualidades e defeitos que influenciam o temperamento das pessoas), as sete notas músicais, os sete dias da semana, e os sete chacras (pontos energéticos do corpo humano). Na Dança dos Sete Véus, cada véu corresponde a um grau de iniciação, rumo á ascensão espiritual:

A PRIMEIRA INICIAÇÃO: Nesta iniciação a pessoa deverá trabalhar o domínio das tendências físicas inferiores básicas: purificação da alimentação, manutenção do corpo livre ao máximo de toxinas, transmutação da luxúria em amor, entre outras coisas. Neste estágio, a pessoa começa a tomar consciência de si mesma, como alma.

A SEGUNDA INICIAÇÃO: Esta iniciação desenvolve o controle da camada emocional. Os desejos egoístas são substituídos pelo desejo de servir a humanidade e entra-se num trabalho intenso com a natureza emocional e psicológica. Aqui, o indivíduo toma consciência de quem é realmente, de todos os aspectos do seu eu, aceita-os e trabalha os aspectos negativos. A meta da segunda iniciação é fundir as metas e desejos pessoais, com as metas do Todo.

A TERCEIRA INICIAÇÃO: Aqui o domínio do pensamento é o foco central. As formas de pensamento têm que se tornar claras e definidas, assim como os nossos propósitos ou desejos. Os pensamentos devem ser dirigidos para os planos superiores. O indivíduo precisa aprender a trabalhar com os bloqueios físicos, emocionais e mentais, não os negando, mas encontrando as suas raízes; e isso para muitas pessoas é a parte mais difícil.

A QUARTA INICIAÇÃO: Existe um período de sacrifício e desapego profundos nesta iniciação, que também é chamada de "crucificação", e aqui a pessoa tem que trabalhar os medos, e as perdas. Neste estágio, a visão aumenta espantosamente e o interesse verdadeiro passa a ser elevar a humanidade, pois a essência da alma sabe que forma uma unidade com tudo o que existe. Aqui, o iniciado não é mais uma alma aprisionada, mas sim a própria alma.

A QUINTA INICIAÇÃO: É a revelação e ocorre no plano átmico. A vontade de servir, assume fundamental importância. A pessoa toma total consciência dos papéis desempenhados na evolução da Terra e do universo. Aqui a pessoa entra em pleno contacto com o seu poder pessoal, com o amor, e a luz.

A SEXTA INICIAÇÃO: Esta é a "iniciação da ascensão"; que se inicia agora e completa-se na 7.ª iniciação. Aqui a pessoa sente-se numa total unidade, vivenciando o amor incondicional divino e uma profunda paz. É necessário invocar e ser a Luz e o Amor.

A SETIMA INICIAÇÃO: A partir daqui, não somos mais atraídos pelos mundos inferiores a não ser pela vontade de servir. Neste plano, a vontade espiritual se encontra plenamente ativada, entrando em pleno funcionamento ao lado do amor incondicional e da sabedoria. Neste estágio o amor incondicional, as motivações puras e o brilho da própria luz, reluzem na aura do iniciado.

A DANÇA:
A bailarina se envolve com os sete véus. Os véus podem ser das seguintes cores: vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, lilás, branco. A vestimenta da dança do ventre , embaixo dos sete véus, deve ser preferencialmente branca ou de cor clara, suave. Durante a dança a bailarina realiza movimentos de meditação e de transe.

A retirada de cada um dos véus, presos ao corpo da dançarina, representa a dissolução dos aspectos mais nefastos e a exaltação das qualidades pessoais.

As melhores músicas para essa dança são as instrumentais, a música deve ter andamento lento e duração longa, aproximadamente 7 a 8 minutos, dedicando um minuto para cada véu. A bailarina deve assumir uma personagem: a sacerdotisa em busca da sua verdade. O despertar de sua consciência, de sua força e poder, dentro do mais perfeito equilíbrio.

SIGNIFICADO DOS VÉUS, POSIÇÃO e MOVIMENTOS PARA DANÇA:

O VÉU VERMELHO - Marte - Chacra Básico; sua retirada significa a vitória do amor cósmico e da confiança sobre a agressividade e a paixão; Entra-se com o véu vermelho (medindo 3 metros), realiza-se movimentos fortes de véu e quadris, como batidas e shimies.

O VÉU LARANJA - Júpiter - Chacra Esplênico; que dissolve o impulso dominador e dá vazão ao sentimento de proteção e ajuda ao próximo; O véu é preso no quadril. Realiza-se movimentos de shimies, oitos, redondos; o véu acompanha com movimentos do quadril.

O VÉU AMARELO - Sol - Chacra Plexo Solar; que elimina o orgulho e a vaidade excessiva, trazendo confiança, esperança e alegria; O véu é amarrado no corpo cobrindo a barriga. Realiza-se movimentos de ondulações, oitos laterais, oitos com ondulações, redondo interno e redondo grande.

O VÉU VERDE - Mercúrio - Chacra Cardíaco; que mostra a divisão e a indecisão sendo vencidas pelo equilíbrio entre os opostos; O véu é preso no busto ou em um dos braços. Realiza-se movimentos de busto e braços.

O VÉU AZUL-CLARO - Vênus - Chacra Laríngeo; a qual revela que a dificuldade de expressão foi superada, em prol do bom relacionamento com os entes queridos; O véu é preso no pescoço ou no outro braço preso a um bracelete. Retira-se os véus verde e azul juntos com movimentos de cabeça.

O VÉU LILÁS - Saturno - Chacra Frontal; mostra a dissolução do excesso de rigor e seriedade, a conquista da consciência plena e o desenvolvimento da percepção sutil; O véu cobre o rosto (chador). Realiza-se movimentos de expressão de olhos e cabeça. Tira-se o chador.

O VÉU BRANCO - Lua - Chacra Coronário; ( a união de todas as cores ). A queda do último véu mostra a imaginação transformada em pensamento criativo e pureza interior; O véu branco é preso na cabeça (como véu dos beduínos). Retira-se o véu, utilizando-o com movimentos de giros e de casulo fazendo uma especie de espiral pelo corpo.





sábado, 7 de maio de 2011

POVO DO ORIENTE




                

Para falar sobre esse povo maravilhoso e Iluminado vamos começar por diferenciar um pouco e aproveitar para classificá-los numa escala compreensiva.

Hoje chamam oriente a várias coisas diferentes. Temos assim várias subdivisões do termo (fora aquelas que não conheço):
O Povo do Oriente em si, é formado por um grupo de mentores de energia mais sutil e que realmente trabalham em um nível mais elevado de vibração. Podem ser hindus, egípcios, chineses, asiáticos e antigos mesopotânios,hititas , sem falar nos incas e outros povos das américas, esses mais difíceis de achar.
Os ciganos do oriente, aqueles que são orientais de origem, que no passado distante , em geral foram sacerdotes e sacerdotizas de outros povos com grande conhecimento espiritual, não se misturam com os exús, pois suas linhas de trabalho não combinam. Isso nos mostra que não devemos confundir as Pomba-Giras Ciganas com Povo Cigano( sejam do oriente ou não) , pois são criaturas de classes diferentes( EX.:as Pomba-Giras Ciganas aceitam sangue; o Povo cigano, nem pensar, a primeira tem assentamentos em ferros e a segunda, na tabatinga). Quanto aos ciganos realmente orientais, a maioria das vezes seus assentamentos são feitos com ouro e outros materias ( sementes, favas, cristais...).Assim temos
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POVO ORIENTE


 Normalmente conhecidos como mentores são Mestres de outros povos do oriente com grande desenvolvimento espiritual e conhecimento profundo de vários assuntos. São muito cultos e responsáveis, de poucas palavras e muito trabalho. Apresentam-se de forma humilde e simples, não necessitando de nenhum tipo de oferenda além da fé e da dedicação de seus aparelhos, além de exigirem o cumprimento de regras básicas para uma melhor interpenetração de energias com seus médiuns( não comer carne 24 hs antes das sessões, não praticar sexo no mesmo período, manter o corpo e a mente limpos, não consumir álcool, etc... Têm uma vibração extremamente sutil. E esperam que seus médiuns cumpram sua parte no que se refere ao preparo correto para trabalhar com suas energias. Trabalham mais pela irradiação do que pela incorporação propriamente dita.


CIGANOS DO ORIENTE

           

São uma classe de ciganos, composta por aqueles que em encarnações anteriores tiveram grande conhecimento da espititualidade e de magia, a maioria encarnou entre o povo cigano posteriormente e de tal povo preferiram guardar a imagem com a qual aparecem para nós. Em geral denominam-se ciganos do oriente, para situarem de onde vêm, pois viveram no antigo oriente médio ou no extremo oriente. São mais antigos, ou antes, lembram-se de tempos mais remotos em que foram conhecedores do poder e da magia dos antigos templos.
Não são tão sutis quanto o Povo do Oriente, mas também não são tão mundanos quanto os Ciganos (europeus, apenas para explicar). Levam tudo muito à sério, mas também são alegres, gostam de cantorias , bebem licores,vinho branco,chás de frutas, alguns fumam outros não, Comem comidas ciganas e muitas frutas e frutos da terra. Gostam muito de flores em suas oferendas e trabalham com cristais, cromoterapia, numerologia, astrologia,limpezas de aura, uso dos chacras, fluidoterapia, fluidificação de água com fins curativos, aromoterapia, tarot, e outros jogos e feitiços de seu conhecimento


Gostam muito de trabalhar com a cura física e com a doutrinação que cura espiritualmente.



CIGANOS


      

Povo nômade com grande conhecimento de magia , muito alegre, dançante, raça que tem conhecimento de muitos povos justamente por sua origem nômade e sua capacidade de num só tempo cultivar suas tradições e adaptar-se a novos lugares e costumes. Ao contrário dos orientais, não passaram suas vidas no oriente, e sim em andanças pela europa e alguns países do oriente próximo , alguns poucos passaram pela ásia, na altura da ìndia, mas em geral vêm da Europa, e dos países da antiga cortina de ferro.
Trabalham muito com magia do amor e de prosperidade. Bebem, fumam, e seu cardápio inclui as comidas ciganas tradicionais, frutos e frutas. Jogam cartas , lêem mãos São devotos de Santa sara, e de Noss senhora Aparecida. São católicos em sua maioria.
Pomba-giras Ciganas. Não são , em geral ciganas de origem , tornam-se "ciganas" em função do seu modo de vida que levaram e/ou porque buscam o conhecimento da magia cigana para trabalharem, ou porque em algum tempo em suas vidas passadas conviveram com esse povo e dele adquiriram alguns hábitos.


Nota:Podemos encontrar também entre a malandragem alguns espíritos de ex-ciganos que reencarnaram e se tornaram malandros ( nem todos os malandros se enquadram nesta afirmativa).


CIGANO WLADIMIR




UM POUCO DA SUA HISTÓRIA


São inúmeras as interpretações dadas para a vida dessa magnânimo Entidade Espiritual chamada Vladimir. Um Cigano que tem seu nome respeitado e talvez ao lado de Santa Sara seja a Entidade mais cultuada dentro da chamada Linha Povo Cigano. Por essa sua popularidade e mais que tudo como gratidão ao seu bondoso Espírito, sempre protetor e amigo em nossa vida pessoal, é que resolvi falar um pouco dele aqui. Escolhi duas das histórias mais correntes: A primeira versão, muito antiga por sinal e que corre de boca em boca, diz que Vladimir apaixonou-se perdidamente uma Cigana de sua Tribo, só que esse sentimento pela tal Cigana também surgiu dentro do coração de seu irmão. Para decidir a questão, o irmão de Vladimir propôs um duelo em que ambos disputariam a amada. Para não fugir à tradição, conta-se que Vladimir aceitou a proposta e dirigiu-se então para o tal duelo, porém, na hora exata de desfechar o golpe, percebeu ele que levaria vantagem, só que essa vantagem significava a possibilidade de matar o próprio irmão. Aí então, Vladimir tem uma reação totalmente surpreendente para todos que assistiam o duelo, ou seja, não agrediu, ao contrário, não esboçou qualquer reação e assim então, acabou sendo apunhalado pelo próprio irmão, caindo morto em seguida. A continuidade da história tem um desfecho um tanto quanto trágico, pois a tal Cigana vendo seu amado caído no chão, morto com um punhal cravado no peito, caiu por sobre seu corpo e chorando retirou o punhal do peito de Vladimir, cravando-o em seguida em seu próprio peito, ato este que culminou também em sua morte.




                                              






Outra versão, de pesquisadora de Cultura Egípcia e Cigana. Segundo ela a versão a seguir chegou até ela contata por uma Cigana mesmo, ou seja pessoa de etnia Cigana. Conta-se que o Cigano Vladimir era de origem eslava (Indo-Européia) e que se apaixonou perdidamente por Esmeralda, que assim a chamavam por gostar de trabalhar em magia de cura com pedras verdes (a pedra Esmeralda é verde e também utilizada em cura!) e também gostava desta pedra para o seu uso pessoal, por isto esse apelido; mas ela se casou com outro, pois já estava prometida. Vladimir se desesperou e começou a beber descontroladamente. Mais tarde, um pouco conformado, mas ainda apaixonado, passa a trabalhar com magia para unir os casais. Muitos anos depois, com eles já um pouco idosos, eles se unem, mas ficam pouco tempo juntos, pois ela logo morre. Seja de que forma for queridos leitores, o fato é que Vladimir é hoje uma Entidade de muita luz, sempre evocada com muito carinho por todos os amantes da Cultura Cigana, principalmente por aqueles que mantém algum tipo de ligação, volto a dizer, com as gloriosas Entidades Espirituais Ciganas, hoje brilhando como pontos luminosos, na Estrada de Estrelas do Espaço Infinito. Era moreno-claro, de olhos e cabelos pretos.Conta sua história que este cigano é “do mundo”! É protetor do trabalho, consola e ajuda à todos os que estão momentaneamente sem ele. Cigano imperioso e trabalhador, gosta das coisas boas da vida, que depois do trabalho seriam:mulher, mulher e mulher, depois música e comida. Responsável, falante e guerreiro, os que não tem medo de lutar podem ir até ele.

VESTIMENTA 

Vladimir usava roupas diferentes, conforme a fase da lua.

O detalhe constante nessas roupas é que a calça era sempre da mesma cor do colete de veludo que ele vestia por cima da blusa.
Na Lua cheia, ele usava blusão vermelho com colete e calça azul-turquesa; na Lua crescente, blusão branco, colete e calça brancos rebordados com fios de prata;na Lua nova, blusão azul-turquesa, colete e calça vermelhos rebordados com pedras coloridas; ena Lua minguante, blusão branco de mangas compridas, colete e calça marrons e uma faixa branca na cintura. Em todas as fases da Lua ele usava na cintura uma faixa branca, na qual trazia o seu punhal de prata.


ADEREÇOS


O lenço que Vladimir usava na cabeça era de cores diferentes, conforme a fase da Lua.Era azul na Lua cheia, branco no quarto crescente e vermelho na Lua nova. Na orelha esquerda ele trazia uma argola de ouro e, no pescoço, um cordão de ouro com um medalhão antigo de seu clã. 

SUA MAGIA O Cigano Vladimir aprendeu a tocar violino com seis anos de idade. Hoje, quando chega à Terra como espírito,pede logo o seu violino e começa a tocar antigas músicas eslavas.

Um detalhe importante:

Quem tem esse Cigano na aura não precisa saber tocar violino, pois, ao chegar, ele traz a essência da música.

Esse é o mistério de Vladimir.


OUTRAS VERSÕES:


Essa pintura mediunica é do cigano Vladimir do violino, porem seu aspecto nessa pintura...seu rosto... suas roupas são de uma vida bem mais antiga, em que ele não tinha esse nome Vladimir. Com essas roupas e usando essas cores ele era um cigano filho de russos.Tinha um irmão gémeo. Mas é o mesmo guia cigano que mais tarde, numa encarnação posterior, chamou-se Vladimir de Sevilha, filho do Barô Vladimir( russo) e Carmen de Sevilha. Nasceu na Espanha. Casou-se, teve 2 filhos. Faleceu aos 21 anos...( por isso mostra-se bem jovem mediunicamente). Se mostrou tocando violino para ser justamente identificado que é o mesmo que depois se chamou Vladimir de Sevilha... cigano de proteção dos amores impossíveis. A pintura mediunica de Vladimir de Sevilha tem um outro aspecto físico...veste-se mais de azul e usa uma faixa roxa na cintura, mas também usa outras cores, de acordo com que área da magia que está trabalhando. Resumo esse é Vladimir do violino mas com todos os aspectos (de cores...roupas ,cabelo..etc) de outra reencarnação, só manteve o violino quando se apresentou ao médium vidente (pintora) para se identificar. Guia astral escolhe a aparência de qual encarnação quer se mostrar.